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Notícia

 

27/11/2019
Fogo atinge terminal de carga no Porto de Santos

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Praticagem foram mobilizadas para combater um incêndio em um terminal de cargas no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (27). Imagens obtidas pelo G1 mostram o fogo atingindo parte da esteira utilizada para transporte de cargas. A fumaça pode ser vista de toda a cidade.

Conforme apurado pelo G1, o incêndio acontece em um terminal localizado na margem esquerda do porto, no município de Guarujá (SP). Nas imagens, é possível ver um navio atracado próximo ao terminal atingido pelo fogo.

Testemunhas apontam que a fumaça causada pelo incêndio pode ser vista de diversos pontos das cidades de Santos e Guarujá, bem como de outras cidades da Baixada Santista. Os moradores também reclamam do cheiro da fumaça na região.

A Praticagem explica que o incêndio foi identificado por volta das 16h, no terminal da empresa Cutrale. Cerca de 30 minutos depois, os práticos realizaram operação para desatracar o navio próximo ao terminal e as equipes foram acionadas rapidamente para conter as chamas. O tráfego no canal do porto permanece normal.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes foram acionadas durante a tarde e controlaram o fogo por volta das 16h50. No momento, é realizado o trabalho de rescaldo e ainda não há informações sobre feridos no acidente.

Em nota, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que apurou junto à empresa que pode ter ocorrido um curto-circuito no motor da esteira que faz o transporte de soja e aí iniciou-se o incêndio. Cerca de 180 metros, do total de 200 metros, da esteira foram atingidos pelo fogo.

No momento do incêndio, segundo representante da empresa, o equipamento não estava em funcionamento. A agência ambiental está avaliando e verificando se há danos ambientais. Posteriormente, após concluir sua apuração, deverá definir as ações cabíveis.

O G1 questionou a empresa responsável pelo terminal portuário sobre o incêndio, no entanto, não obteve resposta até a última atualização desta matéria.


Fonte: G1

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